27 de Março de 2012

Check out my about.me profile!

about.me
Dear Fottoni,

Criei minha página about.me e quero compartilhar com vocês: http://about.me/fottoni

Se você não tem uma página about.me, você pode obter um gratuitamente no http://about.me Os nomes estão indo tão rápido que você pode querer obter o seu agora.

Melhores cumprimentos,

Fabrício Ottoni
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5 de Agosto de 2011

Mudei para o Worpress!!!

Clique na imagem abaixo e seja redireccionado para meu novo Blog!

Obrigado e continuemos a caminhar juntos!!!

Abraços e Sucesso em tudo e se possível com todos!

@fottoni

29 de Março de 2011

Firme ficarei!

Diante de situações que fogem ao meu controlo...
 O que posso dizer? O que posso fazer?

I´ll stand
With arms high and heart abandoned
In awe ofe the one who gave it all
I´ll stand
My soul, Lord, to you surrendered
All I am is yours


18 de Outubro de 2010

Continuidade


Sinergia... grande segredo para o sucesso em equipa!

Bem... faz tempo que não passo por cá, apesar que também acho que ninguém mais o faça! Actualmente tenho me dedicado à 03 (três) outros blogs que sou responsável. Eles possuem cunho social/espiritual com jovens! Pois esse é o meu outro lado da moeda, que na verdade é a moeda toda! Pois o que faço é de corpo, alma e espírito!
Não abandonei minha trajectória coorporativa, ao contrário estou cada vez mais activo e atualmente estou a acumular conhecimentos. Logo, logo irei compartilhar com todos que porventura passem por cá. Tenho por mim que estarei em "estudos" até o meio ou fim de 2011, quando lançarei algo novo no mercado coorporativo. Até lá, vou passando e deixando algo interessante, que seja uma mais valia, que venha a agregar conhecimento e que de alguma forma ou outra supra algumas necessidades!
Uma grande abraço fraterno a todos e deixo-vos com os 03 (três) blogs que comentei de início!


Sucesso e bençãos!

@fottoni

17 de Agosto de 2010

Tramontina - Exemplo de Sucesso

Meu último post foi um texto fixe "O porteiro do puteiro", mas que é claro não é a verdadeira história da marca Tramontina. Resolvi postar então um pouco da verdadeira. Com a ajuda que me foi enviada pelo Lucas Morais lá de Gyn no Brasil. Valeu amigo!
Grande abraço a todos e bençãos do Pai.

A Marca Tramontina...Fundada em Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul, em 1911, por Valentin Tramontina, que foi seu comandante por 28 anos, a empresa começou como uma pequena ferraria. Valentin era um colono artesão, filho de imigrantes italianos, e veio a Carlos Barbosa porque a ferrovia significava perspectiva de expansão. Até 1930, a produção da ferraria era modesta. Valentin prestava serviços a empresas, entre elas, Arthur Renner, proprietário de uma refinaria de banha; fazia conserto em empresas e fabricava canivetes. Podia ser considerado um ferreiro urbano. Quando morreu seu fundador em 1939 a produção era artesanal e resumia-se a facas e canivetes feitos com cabo de chifre. A partir daí assume a ferraria dona Elisa Tramontina, esposa de Valentin, que desponta como uma empreendedora nata e arrojada. É ela que vai vender a produção nos mercados regionais e na capital.

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), caso não existisse a determinação e a coragem de Elisa, a ferraria teria sucumbido. O ano de 1949 pode ser considerado um marco na história do hoje grupo Tramontina. Trata-se da data em que Ruy José Scomazzon, barbosense de 20 anos, cursando a faculdade de Ciências Econômicas da PUC – Porto Alegre, começa a prestar assessoria à Tramontina. Ruy, com espírito de liderança, implanta planos ambiciosos, enfatizando a organização em todos os setores. Inaugura-se uma nova etapa. O caráter artesanal dá lugar a uma produção manufatureira. Na década de 50, a empresa contava com 30 empregados e alguns representantes comis-sionados, espalhados pelo Estado. Os canivetes representavam 90% do faturamento. A empresa se expande rapidamente. é fundada a metalúrgica Forjasul, em Porto Alegre, posteriormente transferida para Canoas. As décadas de 60 e 70 são marcadas pela instalação de empresas do grupo em Garibaldi, Farroupilha e na Bahia. Houve um salto gigantesco. Dos 30 empregados existentes em 1950, a empresa passou a ter em seu quadro 557 funcionários no final dos anos 60.

Daí em diante não parou mais e se tornou uma mega empresa, uma mega marca, com imensos produtos e que é Top no que faz! Grande exemplo!
Quer conhecer mais? www.tramontina.com.br

9 de Agosto de 2010

O Porteiro do Puteiro


Talvez não seja um texto realmente verídico, mas na mesma é muito bom! Vale a pena ler!

Grande abraço e bençãos empreendedores!

Fabrício Ottoni <><


Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O facto é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego,mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que..
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece? Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece? O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'. Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. De facto, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens. Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ... E após foram os pregos e os parafusos... Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!


Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.


As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas. Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e acima de tudo, reconhecer suas virtudes.


Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial chamado...


Sr. Tramontina ...

5 de Abril de 2010

Portal Amadora PME

O Portal Amadora PME nasceu no programa Amadora Empreende (www.amadora-empreende.net), realizado pela própria Câmara da Cidade da Amadora (www.cm-amadora.pt). Somos um projecto arrojado, visionário, moderno e empreendedor. Tendo como objectivo principal divulgar, fortalecer, estabelecer e ser uma ferramenta não só útil, mas sim essencial às Pequenas e Médias Empresas do Concelho da Amadora e região.
Existimos para agregar valor, preencher um espaço vazio existente e ser uma mais valia às Pequenas  Médias Empresas. Com isso estamos a promover o crescimento, o empreendedorismo, o fomento e a sustentabilidade de todo o Concelho da Amadora e suas respectivas Freguesias.
O portal assenta em quatro pilares: Divulgação, Informação, Formação e Eventos.
MISSÃO

"Trabalhar em sinergia para o êxito de nossos clientes, através da melhoria contínua de processos e de recursos, com ética, capacitação e motivação, com foco na network, crescimento e rentabilidade".
VISÃO

"Ser reconhecido pelo mercado, clientes, parceiros e colaboradores, como a melhor ferramenta de apoio e divulgação das PME's do Concelho da Amadora, através do seu portal na Internet (www.amadorapme.com).
VALORES
  • Ética
  • Criatividade
  • Comprometimento
  • Trabalho em Equipa
  • Determinação
LOGO TEREMOS MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O PORTAL E COMO PARTICIPAR DA CAMPANHA DE LANÇAMENTO. AGUARDE!!!

O SER Empreendedor

A palavra empreendedor (entrepreneur) surgiu na França por volta dos séculos XVII e XVIII, com o objectivo de designar aquelas pessoas ousadas que estimulavam o progresso económico, mediante novas e melhores formas de agir.

A palavra empreendedorismo foi utilizada pelo economista Joseph Schumpeter em 1950 como sendo uma pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações. Mais tarde, em 1967 com Kenneth E. Knight e em 1970 com Peter Drucker foi introduzido o conceito de risco, uma pessoa empreendedora precisa arriscar em algum negócio. E em 1985 com Gifford Pinchot foi introduzido o conceito de Intra-empreendedor, uma pessoa empreendedora mas dentro de uma organização. Uma das definições mais aceitas hoje em dia é dada pelo estudioso de empreendedorismo, Robert Hirsch, em seu livro "Empreendedorismo". Segundo ele, empreendedorismo é o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes e recebendo as consequentes recompensas da satisfação económica e pessoal.

O SER empreendedor é muito mais do que ter certas capacidades e competências adquiridas, é realmente SER alguém diferente nesse mundo. Ter um olhar diferente, pensamentos diferentes e atitudes diferentes. Deixar de TER e passar a SER. Quando digo atitudes diferentes, é o facto de ir em encontro com o que é comum e medíocre nos nosso dias. Mas o que exactamente?

Diante de situações complicadas do dia-a-dia e até mesmo de horríveis e catastróficas situações que arrebatam os pensamentos, quais são as atitudes "normais" que vemos por aí? Bem, que tal algumas como: "Eu já sabia... o mundo está perdido e a acabar mesmo... parei por aqui!", ou "Eu? O que posso fazer? Alguém tem que fazer alguma coisa! Mas eu não, sou só um!", ou pior, "Para que vou fazer isso? Não vão me pagar mais por isso! Vou ficar é quieto que ganho mais. Deixa a vida me levar...".

O SER empreendedor não é só bom nos negócios, ou na empresa que gere ou trabalha, mas ele também é bom na vida como um todo. Bom no sentido de ser assertivo e ele é, na família, na igreja, com os amigos, com o ambiente, ou seja, tudo o que ele faz, realmente transparece que ele é: um SER empreendedor.

Algumas características do SER empreendedor:

  • Coragem;

  • Criatividade e Inovação;

  • Resiliência;

  • Visão;

  • Capacidade de organização e direcção;

  • Decisão;

  • Firmeza;

  • Inteligência emocional;

  • Capacidade de traçar metas (e cumpri-las);

  • Foco;

  • Fé.

O SER empreendedor não vê apenas o que está diante dos seus olhos, ele vê o que isso pode se tornar com seu toque especial. Ele é capaz de transformar situações e problemas em oportunidades de sucesso. O SER empreendedor enxerga o fracasso como um trampolim para o sucesso, não para, nem desanima quando ele acontece e sim continua mais sábio e corajoso do que antes.

O maior activo das empresas hoje em dia é o capital humano, as pessoas. Somos nós! Jamais, no passado recente, uma empresa criada na garagem de uma casa poderia rapidamente se tornar uma referência mundial. Qual é o diferencial? Eu e você!

E qual é o maior e melhor exemplo de SER empreendedor? JESUS CRISTO.

A autora do livro "Jesus, CEO – Como usar a Sabedoria da Antiguidade para uma Liderança Visionária" (Editora idbooks), Laurie Beth Jones, escreveu o livro apoiando-se em três premissas simples:

1 – Uma pessoa treinou doze seres humanos que ousaram de tal forma a influenciar o mundo daquele tempo que agora é lembrado como antes (A.C.) ou depois (D.C.) da sua existência.

2 – Esta pessoa trabalhou com um grupo totalmente humano e não divino... Um grupo que em vez de permanecer iletrado, com antecedentes questionáveis, sentimentos despedaçados e cobardia momentânea, avançou para atingir as tarefas para as quais os treinou. Eles fizeram isso por uma razão principal: para estarem com ele outra vez.

3 – O seu estilo de liderança destinava-se a ser usado por qualquer um de nós.

Estude as sua falas, mandamentos e atitudes. Verás um SER totalmente empreendedor, focado em sua missão, transformando ditos "fracassos" em inesquecíveis exemplos de sucessos, resistindo a tentação do caminho mais fácil, quebrando paradigmas, estabelecendo novos horizontes, influenciando pessoas e gerações, rasgando o véu, fornecendo esperança, fortalecendo o mais fraco, espalhando o amor e acima de tudo, chegou a doar Sua própria vida, pela Sua missão... pelo Seu chamado...

Por fim, deixe de TER e passe a SER um empreendedor.

Força e Arrasa!

Fabrício Ottoni